Advogada criminalista é presa tentando entrar com drogas na CPP de Aparecida de Goiânia

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Servidores da Casa de Prisão Provisória (CPP) de Aparecida de Goiânia, unidade pertencente à 1ª Regional Metropolitana da Diretoria-Geral de Administração Penitenciária (DGAP), evitaram que uma advogada criminalista entrasse no presídio portando drogas, na tarde de quinta-feira (20/06). Junto aos pertences da defensora estava escondido cerca de 49 comprimidos de ecstasy, porções de maconha e embalagens de papel para cigarros. A Comissão de Direitos e Prerrogativas (CDP) da seccional goiana da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-GO) acompanha o caso.

De acordo com o diretor da Unidade Prisional (UP), Fabio Alex, a advogada chegou na unidade para prestar atendimento a um dos detentos do local, ocasião em que realizou todos os procedimentos de revista pessoal. Durante a revista, os agentes plantonistas identificaram os ilícitos dentro de um envelope junto aos documentos que a defensora carregava.

A advogada, de 23 anos, ao ser indagada sobre o fato alegou desconhecimento do conteúdo do envelope e que faria o favor de entregá-lo ao seu cliente. Diante dos fatos, imediatamente, a direção comunicou a OAB-GO. A advogada foi conduzida para a realização do laudo médico e, posteriormente, encaminhada à delegacia para as devidas providências em conformidade com a lei.

A direção da Unidade abriu procedimentos administrativos internos para apuração dos fatos e, após averiguações, serão aplicadas as devidas sanções penais ao custodiado q receberia o ilícito, em conformidade com a legislação.

O rigor nos procedimentos instaurados no presídio compõe uma série de medidas estabelecidas pelo Governo do Estado em consonância com a Secretaria de Segurança Pública e a DGAP, que visa melhorias no sistema prisional goiano maximizando a segurança.

Posicionamento OAB
Em nota, a OAB-GO, por meio da CDP, informou que, desde às 12 horas de quinta-feira (20/06), acompanha a detenção da advogada nas dependências do Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia. Esclarece que, no momento da ocorrência, o diretor da CPP e o superintendente da Administração Penitenciária de Goiás entraram em contato com o presidente da CDP, David Soares, a fim de solicitar as providências da Ordem. Posteriormente, foi designado representante da OAB para acompanhar a apuração do caso e cuidar da preservação das prerrogativas profissionais da advogada.

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