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Decretada prisão preventiva de policiais acusados de homicídio em Senador Canedo

O juiz Thulio Marco Miranda, da 2ª Vara de Senador Canedo, decretou a prisão preventiva dos policiais militares Gilmar Alves dos Santos e Paulo Márcio Tavares, acusados de homicídio e fraude na cena do crime no dia 25 de novembro do ano passado. Os dois já foram pronunciados e vão a júri popular.

Gilmar Alves dos Santos e Paulo Márcio Tavares são acusados do homicídio de Marco Antônio Pereira de Brito, durante uma abordagem policial. Paulo Márcio vai responder, também, pela morte de Tiago Ribeiro Messias. Segundo a denúncia, os acusados alteraram o cenário para forjar uma troca de tiros.

Para fundamentar a prisão preventiva, o magistrado destacou que a medida é necessária “para o resguardo da ordem pública, face à gravidade concreta do ato praticado”. O juiz frisou, também, que as vítimas foram atingidas por múltiplos disparos de arma de fogo, “denotando a maior periculosidade dos agentes e além disso, os delitos em questão teriam sido cometidos por agentes públicos responsáveis por zelar pela segurança e tranquilidade do povo, em contexto onde restou dificultada ou impossibilitada a defesa das vítimas”.

Thulio Miranda frisou, ainda, que a medida de segregar os acusados se deve à  “conveniência da instrução criminal, diante da tentativa de modificação da cena do crime e de dispensar testemunhas, sendo necessário resguardar a tranquilidade da sessão do Tribunal do Júri”.

O crime

Os fatos aconteceram no dia 25 de novembro do ano passado, por volta das 17h30, nas imediações de um posto de combustível no cruzamento entre as Avenidas Dom Emanuel e Progresso, no Conjunto Sabiá. Marco Antônio havia acabado de assaltar uma chácara, onde Tiago morava, e havia levado o rapaz consigo, como refém em um automóvel. Tiago dirigia, enquanto Marco Antônio estava no banco do passageiro.

Quando o veículo em que vítima e assaltante foram localizados pelo patrulhamento militar, comandado por Gilmar, houve a interceptação com disparos de arma de fogo, por parte dos policiais, em ato contínuo, conforme demonstrado nas imagens do circuito de monitoramento do posto de combustível. O vídeo mostr

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