Zona Azul digital começa a valer segunda-feira em São Paulo

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A partir da próxima segunda-feira (11), o pagamento da Zona Azul poderá ser feito por meio de aplicativos para smartphones. Segundo a Prefeitura de São Paulo, a intenção é, principalmente, acabar com as fraudes na venda de talões do estacionamento rotativo – diversos comerciantes vendem as folhas acima do preço oficial de R$ 5.

Folhas estão com os dias contados a partir de segunda-feira, quando os aplicativos passam a valer
Fotos Públicas

Folhas estão com os dias contados a partir de segunda-feira, quando os aplicativos passam a valer

Chamada de Cartão Azul Digital, a nova modalidade cobrará, por meio do cartão de crédito, os mesmos valores praticados atualmente – R$ 5 por folha individual (válida por uma hora) e R$ 45 para o talão com dez unidades.

Para usar a Zona Azul eletrônica, o motorista precisará baixar um dos três aplicativos disponíveis para Android e iOS, fazer o cadastro e informar a placa do carro. Após estacionar, ele aciona a placa do veículo e escolhe quanto tempo vai utilizar aquela vaga – na maior parte dos casos, o período máximo de permanência é de duas horas.

Quando o tempo escolhido estiver para acabar, o próprio aplicativo vai enviar uma notificação ao usuário. Ele terá ainda a opção de renovar o crédito (caso esteja dentro do limite para aquela vaga) pelo celular se quiser deixar o automóvel estacionado por mais uma hora

Por enquanto, os aplicativos permitem somente a compra de hora cheia – ou seja, não será possível pagar por apenas 15 minutos de estacionamento, por exemplo.

Fiscalização

Com a nova modalidade de pagamento, os talões tendem a perder espaço. Por isso, as folhas de Zona Azul que costumam ficar no painel do carro para os agentes da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) fiscalizarem os horários marcados devem, aos poucos, ser substituídas pela forma eletrônica.

Assim, os agentes da CET terão acesso a um sistema próprio que possibilita consultar a placa dos carros e conferir se o motorista pagou a Zona Azul pelo aplicativo.

*Com informações do Estadão Conteúdo