Caminhoneiros de Goiás não aderem a paralisação nacional

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O Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC) convocou para esta segunda-feira (26/07), dia de São Cristóvão, padroeiro dos motoristas, uma paralisação geral. Porém, pelo país se registra uma baixa adesão. Em Goiás, motoristas e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) informaram ao O Hoje que não há registro de greve nas rodovias que cortam o Estado.

“Eu estou na rodovia, até agora não tem nada não. Eu estou em uma das rodovias que mais têm greves, quando para mesmo, na BR-060. Estou chegando à Jataí”, contou o motorista de caminhão Luiz José Venâncio. Pedro Trukão, que também faz fretes de cargas pelo estado, disse que não soube de nenhuma paralisação em Goiás.

É fato que a categoria profissional está dividida em relação à paralização geral como ocorreu em 2018, durante o governo do ex-presidente Michel Temer (MDB). Mas as reivindicações ao atual governo de Jair Bolsonaro, apoiado pela maioria dos caminhoneiros, são quase as mesmas.

Novamente, a classe reclama do preço do diesel e cobra um piso mínimo para frete. Segundo o ministro Tarcísio de Freitas, da Infraestrutura, o CNTRC não representa a categoria.

Pelo Brasil

Ao jornal Folha de São Paulo, o presidente do CNTRC, Plínio Dias, citou que há atos em pelo menos 15 estados brasileiros, o que inclui Paraná, Rio Grande do Sul e Ceará. Ele acredita que a adesão pode crescer nos próximos dias. Ao todo, Plínio disse que foram enviados 387 ofícios ao Governo Federal com as demandas da categoria.

Já o Ministério da Infraestrutura, por nota, informou que todas as rodovias federais, concedidas ou sob administração do DNIT estão com o livre fluxo de veículos e sem registro de paralisação.

Por: Nielton Soares- O HOJE

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