segunda-feira, fevereiro 16, 2026
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Sindicatos da Argentina convocam greve geral contra reforma trabalhista

A CGT (Confederação Geral do Trabalho), a maior central sindical da Argentina, anunciou nesta segunda-feira (16) que realizará uma greve nacional de 24 horas em protesto contra a proposta de reforma trabalhista do presidente Javier Milei.

A greve, que não incluirá qualquer tipo de mobilização, entrará em vigor assim que a Câmara dos Deputados começar a debater o projeto de reforma trabalhista, informou a CGT. O debate está previsto para ocorrer antes do final de fevereiro.

Na última quinta-feira, o Senado aprovou preliminarmente o projeto de lei após o partido governista negociar uma série de alterações ao texto original, por meio do qual o governo busca promover investimentos e empregos formais.

A medida é contestada pela oposição peronista, que argumenta que ela viola os direitos dos trabalhadores.

Os grupos argumentam que a reforma restringe sua autoridade em disputas trabalhistas, forçando-os a solicitar permissão para realizar reuniões, segundo Rodolfo Aguiar, presidente da ATE (Associação dos Trabalhadores do Estado).

O projeto está no centro da estratégia do presidente argentino para atrair investimentos e reativar o crescimento do país. O governo defende a iniciativa como um plano de “modernização trabalhista” que visa expandir o emprego formal em uma economia onde mais de 40% dos trabalhadores não são registrados.

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