O julgamento do ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, e de Monique Medeiros, que estava previsto para começar nesta segunda-feira (23/3), foi adiado após a defesa abandonar o II Tribunal do Júri do Rio de Janeiro.
Aguardando o julgamento em liberdade desde 2022, os réus, acusados pela morte do menino Henry Borel, respondem por homicídio triplamente qualificado, acusações de tortura, coação no curso do processo e fraude processual.
Aguardando o julgamento em liberdade desde 2022, os réus, acusados pela morte do menino Henry Borel, respondem por homicídio triplamente qualificado, acusações de tortura, coação no curso do processo e fraude processual.
Abandono da defesa
O advogado e assistente de acusação, Cristiano Medina, afirmou, na chegada ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, que já havia a expectativa de uma tentativa da defesa de adiar o julgamento.
O argumento da defesa é que houve separação indevida do processo, possível manipulação de provas e falta de acesso ao conteúdo de um notebook utilizado pela assistência de acusação. Além disso, afirma que o pai da vítima, Leniel Borel, teria passado por uma espécie de “filtragem prévia”.
Mesmo com os questionamentos, o tribunal decidiu manter o andamento da sessão. A juíza rejeitou os argumentos e explicou que as conversas citadas já estavam incluídas no processo por meio de outro celular, que foi analisado anteriormente.
Assim, o julgamento seguiu com o Conselho de Sentença formado, composto por seis mulheres e um homem. A dinâmica previa, primeiro, a escuta das testemunhas da acusação, depois as da defesa e, por último, o interrogatório dos réus.
Assim, o julgamento seguiu com o Conselho de Sentença formado, composto por seis mulheres e um homem. A dinâmica previa, primeiro, a escuta das testemunhas da acusação, depois as da defesa e, por último, o interrogatório dos réus.
Correio Braziliense
