O ex-presidente da Câmara Municipal de São Paulo Milton Leite (União Brasil, no centro da foto) se apresentou à polícia em Mogi das Cruzes, na região metropolitana, nesta sexta-feira, 18.
Ele foi preso por força de um mandado de prisão temporária na Operação Vectura Corrupta, deflagrada na quinta-feira, 17, pela Polícia Civil de São Paulo.
O ex-presidente da Câmara Municipal de São Paulo Milton Leite (União Brasil, no centro da foto) se apresentou à polícia em Mogi das Cruzes, na região metropolitana, nesta sexta-feira, 18.
Ele foi preso por força de um mandado de prisão temporária na Operação Vectura Corrupta, deflagrada na quinta-feira, 17, pela Polícia Civil de São Paulo.
- AR
O ex-presidente da Câmara Municipal de São Paulo Milton Leite (União Brasil, no centro da foto) se apresentou à polícia em Mogi das Cruzes, na região metropolitana, nesta sexta-feira, 18.
Ele foi preso por força de um mandado de prisão temporária na Operação Vectura Corrupta, deflagrada na quinta-feira, 17, pela Polícia Civil de São Paulo.
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Leite estava foragido, já que os agentes não encontraram o político em seu endereço residencial. Ele havia dito que se apresentaria em até 24 horas e negou as suspeitas.
“Estou em viagem, não estou foragido, e vou me apresentar às autoridades em até 24 horas. Vou provar minha inocência em todas as acusações”, disse o ex-vereador.
Informações obtidas durante a diligência apontam que Milton Leite estava em casa até a tarde de quarta-feira, 16.
Operação Vectura Corrupta
Foram expedidos 16 mandados de prisão e 18 de busca e apreensão em São Paulo, Santana de Parnaíba, São Bernardo do Campo, Diadema, Santos, Praia Grande e Cubatão.
Levi dos Santos Oliveira, ex-presidente da SPTrans, e Danilo Marco Morgado Silva, ex-candidato à Prefeitura de Praia Grande e atual candidato a deputado estadual, foram presos.
A investigação aponta suspeitas de lavagem de dinheiro, corrupção e uso de empresas de ônibus para movimentar recursos ligados ao PCC.
O Ministério Público de São Paulo diz que pelo menos 12 das 22 empresas de transporte coletivo da capital seriam controladas pela facção criminosa.
Milton Leite e as empresas ligadas ao PCC
No pedido que embasou a operação, Milton Leite é citado como responsável direto pela operação de algumas de empresas de ônibus supostamente controladas pelo PCC.
Ao Tribunal de Justiça Militar, policiais militares apontaram Milton Leite como dono de fato da Transwolff.
Depois de sete mandatos como vereador e de ter presidido a Câmara Municipal por quatro vezes, Milton Leite deixou a vida em 2024.
Todavia, ele ainda preside o União Brasil na cidade de São Paulo.
O Antagonista
