terça-feira, maio 28, 2024
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Após crise no RS, Grupo Pão de Açúcar limita alimentos no país

O Grupo Pão de Açúcar (GPA) anunciou a limitação da compra de alimentos básicos, como arroz, feijão, leite e óleo de soja em lojas de todo o país. O objetivo, de acordo com a instituição, é garantir o acesso contínuo da população brasileira a produtos essenciais, em meio à crise no Rio Grande do Sul, estado responsável por produzir grande parte desses alimentos.

– Com o objetivo de garantir a disponibilidade e o acesso da população a produtos essenciais, o GPA, dono das redes Pão de Açúcar e Extra, estabeleceu a limitação de quantidade de itens como arroz, feijão, óleo de soja e leite que podem ser comprados nas lojas do Grupo. A ação é válida para todas as lojas, no perímetro nacional: Pão de Açúcar, Extra Mercado, Minuto Pão de Açúcar, Pão de Açúcar Fresh e Mini Extra, nos sites www.paodeacucar.com e www.clubeextra.com.br e apps Pão de Açúcar Mais e Clube Extra – diz a nota, publicada nesta quinta-feira (9).

O grupo ainda acrescenta que, “até o momento, seus estoques estão em níveis normalizados, e que segue monitorando atentamente qualquer possível reflexo no abastecimento de produtos devido às enchentes que assolaram o Rio Grande do Sul”.

Conforme as novas regras, cada cliente poderá adquirir até duas unidades de pacotes de arroz de 5kg, quatro pacotes de feijão, seis unidades de garrafas de óleo de soja e 24 litros de leite.

A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) emitiu um comunicado dizendo que solicitará ao governo importações para completar o estoque de alimentos para a população. Entretanto, ressalta que o abastecimento do varejo está normalizado até o momento.

O Rio Grande do Sul é responsável por 70% da produção de arroz no país e sofre com enchentes que afetaram 85% de seus municípios.

– Em lavouras com topografia declivosa, a precipitação intensa causou erosão, formando sulcos particularmente em áreas com práticas inadequadas de manejo do solo e da água. A produção de hortigranjeiros foi drasticamente atingida, pois há grande concentração de produtos na zona submersa – explicou a Emater/RS, em nota.

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