A Polícia Federal aponta que o grupo liderado pelo MC Ryan SP, preso nesta quarta-feira (15), usou o lucro com o tráfico internacional de mais de três toneladas de cocaína enviadas ao exterior no esquema de lavagem de dinheiro.
A defesa do músico nega as acusações e diz que “todos os valores que transitam por suas contas possuem origem devidamente comprovada” (veja a nota completa abaixo).
De acordo com a investigação, o grupo utilizava empresas de produção musical e entretenimento para mesclar receitas legítimas com os recursos de origem ilícita. Além do tráfico de entorpecentes, o dinheiro seria oriundo de bets e rifas digitais clandestinas.
