sábado, julho 20, 2024
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Prefeitura presta contas do 1° quadrimestre de 2024 à Câmara de Goiânia

A Prefeitura de Goiânia apresentou, nesta segunda-feira (8/7), na Câmara de Goiânia, relatório de prestação de contas do 1° quadrimestre de 2024, em atendimento à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Foi registrado um crescimento da receita total, com um aumento real de 14,47% em relação ao mesmo período do exercício de 2023, ajustado pelo IPCA. Um total de R$ 2,89 bilhões, frente aos R$ 2,42 bilhões registrados no mesmo período de 2023.
Entre as fontes de arrecadação, o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) apresentou alta em relação ao Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS), em razão de que, no início do ano sempre há o pagamento das parcelas únicas. No entanto, a tendência é de que o ISS se torne a principal fonte de receita do município até o final de 2024. Impulsionado pela malha fiscal e a regularização do Simples Nacional, apenas no primeiro quadrimestre foram arrecadados R$ 412,7 milhões com ISS, um aumento de R$ 46,6 milhões em relação ao mesmo período do ano passado.
Também foram destaques as ações de redução de ISS de 5% para 2% para setores estratégicos, possibilitando a atração de novos negócios e a criação de empregos. Em 2023, a capital liderou a criação de empregos em Goiás, conforme o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). No cálculo consolidado, o saldo foi de 14,9 mil empregos formais.
Investimentos
A Prefeitura aplicou R$ 148,5 milhões em investimentos, um crescimento de 173,41% frente aos R$ 52,1 milhões do mesmo período em 2023. Também foi observada a constância da execução da receita, com execução de 34,92% no 1° quadrimestre de 2024. A administração conseguiu realizar amortização da dívida em -10,35%. A despesa líquida com pessoal ficou abaixo o limite de alerta da Lei de Responsabilidade Fiscal, com 48,36%.
Nos gastos regulados pela Constituição Federal, a prefeitura aplicou R$ 418,7 milhões em ações e serviços públicos de saúde, totalizando 21,22% da receita, o mínimo obrigatório é de 15%. Na área da educação, foram investidos R$ 422 milhões, um total de 21,39%, abaixo do limite de 25%, mas com possibilidade de complementação até o final de 2024.
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