sábado, julho 20, 2024
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Brasileira é encontrada morta em zona rural dos Estados Unidos

A brasileira passou sete dias desaparecida. Os familiares iniciaram uma campanha de arrecadação on-line para poder trazer o corpo de Suzan ao Brasil

A brasileira Suzan Christian Barbosa Ferreira, 42 anos, foi encontrada morta, em 30 de junho, na zona rural de Detroit, nos Estados Unidos. Ela estava às margens de uma rodovia e sem roupas. Moradora de Pedro Leopoldo, em Minas Gerais, Suzan foi aos EUA sozinha para uma viagem de negócios. Ela trabalhava com importação.

Antes de ser encontrada morta, a brasileira passou sete dias desaparecida. Ainda não se sabe o que ocorreu com Suzan. A família da brasileira afirmou que a principal suspeita é de crime sexual. “Era a única que tinha visto, por isso que fez a viagem. Não tinha desavenças no Brasil, não usava drogas. A gente só sabe que foi um crime sexual, porque ela foi encontrada nua”, disse Roberta Barbosa Ferreira, uma das irmãs de Suzan, ao g1.

Os familiares iniciaram uma campanha de arrecadação on-line para conseguir R$ 100 mil e poder trazer o corpo de Suzan ao Brasil.

“Como os custos para trazer o corpo são altos e nossa família não dispõe desses recursos, pedimos gentilmente sua colaboração para que possamos dar um último adeus à nossa querida irmã. Ajude a trazer o corpo da minha irmã,Suzan Ferreira, ao Brasil para o último adeus”, disse Roberta Ferreira, irmã de Suzan.

Em nota enviada Correio, o Ministério das Relações Exteriores afirmou que tem conhecimento do caso e está em contato com as autoridades locais e com os familiares da cidadã brasileira para prestar a assistência consular cabível.

Veja a nota do Itamaraty na íntegra:

O Ministério das Relações Exteriores, por meio do Consulado-Geral do Brasil em Chicago, tem conhecimento do caso e está em contato com as autoridades locais e com os familiares da cidadã brasileira, para prestar a assistência consular cabível.
Informa-se que, em caso de falecimento de cidadão brasileiro no exterior, as Embaixadas e Consulados brasileiros podem prestar orientações gerais aos familiares, apoiar seus contatos com o governo local e cuidar da expedição de documentos, como o atestado consular de óbito, tão logo terminem os trâmites obrigatórios realizados pelas autoridades locais.
O traslado dos restos mortais de brasileiros falecidos no exterior é decisão da família e não pode ser custeado com recursos públicos, à luz do § 1º do artigo 257 do decreto 9.199/2017.
Correio Braziliense
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