O mundo do basquete sofreu uma grande perda nesta sexta-feira (17). Aos 68 anos, Oscar Schmidt morreu poucos minutos após receber atendimento médico por um mal-estar. A lenda do esporte deixa uma legião de fãs ao redor do globo, além de recordes e feitos que marcaram a história da modalidade .
Após se sentir mal, Oscar foi encaminhado para o Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana (HMSA), em São Paulo, onde recebeu atendimento médico. A morte do lendário ex-jogador foi confirmada por sua assessoria de imprensa./i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_e84042ef78cb4708aeebdf1c68c6cbd6/internal_photos/bs/2026/E/B/nOliX2SIKGVUFPXS61Ng/whatsapp-image-2026-04-17-at-16.35.40-1400x1400.jpeg)
O Mão Santa deixa a esposa Maria Cristina e os filhos Filipe e Stephanie.
Carreira de Oscar Schmidt
Nascido em Natal, o “Mão Santa” construiu números impressionantes ao longo de 25 temporadas como profissional. Ele é o segundo maior pontuador da história do basquete, com 49.703 pontos, além de deter o recorde de maior pontuador da história dos Jogos Olímpicos, com 1.093.
Nas Olimpíadas, onde participou de cinco edições consecutivas, Oscar também acumulou marcas históricas: foi diversas vezes cestinha e protagonizou atuações memoráveis, como os 55 pontos anotados contra a Espanha em Jogos Olímpicos de Seul 1988 – recorde em uma única partida no torneio.
Pela Seleção Brasileira, o momento mais emblemático veio no ouro dos Jogos Pan-Americanos de 1987, em Indianápolis. Na decisão, liderou o Brasil na vitória por 120 a 115 sobre os Estados Unidos, marcando a primeira derrota dos norte-americanos em casa na história da competição. Oscar também conquistou o bronze no Mundial de 1978, nas Filipinas, e encerrou sua trajetória com 7.693 pontos em 326 partidas oficiais pela seleção, entre 1977 e 1996.
Fonte: Lance
