domingo, julho 21, 2024
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PF cumpre 18 mandados em nova operação da Lesa Pátria

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta terça-feira a 26ª fase da Operação Lesa Pátria. A meta é identificar pessoas que financiaram, fomentaram e promoveram os fatos ocorridos em 8 de janeiro em Brasília, quando o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF) foram invadidos e depredados.

Em nota, a corporação informou que cumpre 18 mandados judiciais de busca e apreensão, expedidos pelo STF, nos seguintes estados: Rio Grande do Norte (1), Santa Catarina (1), Pará (4), São Paulo (1), Minas Gerais (3), Espirito Santo (4), Tocantins (1), e Mato Grosso do Sul (3).

Segundo a PF, foi determinada ainda a indisponibilidade de bens, ativos e valores dos investigados. “Apura-se que os valores dos danos causados ao patrimônio público possam chegar à cifra de R$ 40 milhões”.

“Os fatos investigados constituem, em tese, os crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa, incitação ao crime, destruição e deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido”, concluiu a Polícia Federal.

Comercialização de cédulas falsas

A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira, a Operação Lamaçal com o cumprimento de três mandados de busca e apreensão nos municípios mineiros de Contagem, Ibirité e Rio Pomba, no combate à introdução de moeda falsa no comércio.

A investigação teve início com a prisão em flagrante de dois indivíduos residentes em Juiz de Fora. Eles repassavam cédulas falsas em estabelecimentos comerciais do município de Tabuleiro. Os criminosos apresentavam aos comerciantes cédulas falsas de valor elevado para aquisição de itens de baixo valor.

No decorrer da investigação, foi possível identificar que os presos haviam se associado a investigados residentes na cidade de Rio Pomba e na região metropolitana de Belo Horizonte. Eles comercializavam cédulas falsas na internet, em especial em grupos fechados de aplicativos de mensagens, onde combinavam a aquisição e revenda de moedas falsas, em uma clara associação criminosa.

As cédulas falsas comercializadas pelo grupo tinham valor nominal de R$ 20, R$ 50 e R$ 100 e eram entregues pessoalmente ou via postal. Os investigados foram indiciados pelos crimes de associação criminosa e moeda falsa, podendo ser condenados a penas de até 15 anos de reclusão.

Correio do Brasil

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